Carlos Leitão

Fadista e com amor ao Fado, Carlos Leitão é um cantautor, compositor e músico português.

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Carlos Leitão nasce em Lisboa e, antes de partir para o Alentejo onde tem as suas raízes familiares, mais concretamente em Arraiolos, concretiza o sonho de criança: obtém o curso superior de Comunicação Social e torna-se jornalista. Dedica-se à viola de fado a partir dos 11 anos, na mesma altura em que vence a Grande Noite do Fado, no Coliseu dos Recreios, como fadista, na categoria “juvenis”.

Como jornalista, trabalha em diversas publicações, como os jornais Autosport, A Bola, Diário de Notícias, entre outras, mas por razões várias deixa o jornalismo em Lisboa e, aos 24 anos, parte para Arraiolos. Por lá fica durante dez anos, e é durante esse período que começa a dedicar-se à música de uma forma mais focada e profissional.

Em 2011 integra o elenco fixo do Clube de Fado, em Alfama, onde ainda hoje canta diariamente, para dois anos depois editar o seu primeiro disco de originais “Do quarto”, totalmente pensado em função da vivência de uma década de Alentejo.

Dez anos depois, volta para Lisboa, e começa a planear o seu segundo disco, “Sala de Estar”. Em 2017, apresenta-o com letras da sua autoria e desafiando compositores como Rui Veloso, Júlio Resende, Custódio Castelo, entre outros, para as musicar. Carlos Leitão pisa então os palcos do CCB (Centro Cultural de Belém), Montepio Fado Cascais, Santa Casa Alfama, Museu do Fado, Museu de Lisboa, Feira de S. João e Teatro Garcia de Resende (Évora), Castelo de Arraiolos, Festas de Corroios, entre muitos outros, em Portugal e no estrangeiro.

A trilogia da Casa é fechada com “Casa Vazia”, em 2019. O professor Júlio Machado Vaz escreve a sua primeira letra para um fado, ainda sem saber que estava a dar título ao álbum. Juntam-se Salvador Sobral, João Só, Jorge Benvinda, Vitorino, Tozé Brito e Marco Horácio, uma seleção de excelência que Carlos Leitão trouxe para encher a sua “Casa Vazia”, ainda sem adivinhar o que viria em 2020…

Com a pandemia e o confinamento, a cultura parou, e Carlos Leitão intensifica a criação artística redescobrindo a prosa e aceitando o desafio de escrever uma crónica para uma revista semanal. Os confinamentos sucessivos adensam-lhe o volume de escrita e, com a naturalidade de quem amam o que faz, escreve pela primeira vez dois contos, um deles infantil.

Carlos Leitão, em contracorrente, imaginou então um futuro livre de covid e as alterações que traria à vida das pessoas. Nasceram “Santo Covid” (passado em Lisboa, na típica Alfama, o bairro que o inspira e onde vai diariamente cantar ao Clube de Fado), e “Blue, a gata dos olhos verdes”, um conto infantil inspirado no seu amor profundo pelas gentes e pelas terras do Alentejo.

Carlos Leitão | Blue, a gata dos olhos verdes

O regresso gradual a uma vida normal levou-o a estúdio para consagrar num novo disco (que está a terminar) os temas que escreveu e compôs no remanso da pandemia. A sua apresentação está marcada para o início de 2022.

Carlos Leitão | Casa Vazia

Carlos Leitão

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Carlos Leitão
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Casa Vazia
Carlos Leitão | Dona Maria Dilema
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Dona Maria Dilema
Carlos Leitão | Um Quarto para as Duas
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Um Quarto Para As Duas
Carlos Leitão | Sexta feira
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Sexta Feira