Manuel Guerra

Manuel Guerra

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“Não me considero um intérprete, poeta ou guitarrista. Gosto de comunicar. Oxalá se
possa fazer música assim na mesma!”

“Não me considero um intérprete, poeta ou guitarrista. Gosto de comunicar. Oxalá se
possa fazer música assim na mesma!”

“Quando escrevo penso em como gostava que a música se tornasse parte da vida de
quem a vai ouvir e de como gostava de fazer sentido a alguém.”

“Não sei dizer se a vida me tem dado limões. Mas o que me tem dado está
estreitamente ligado com o que escrevo. Por isso, tanto canto sobre as minhas lutas e perdas como sobre coisas sem importância, como o amor e as minhas alegrias.
Ocasionalmente com uma pitada de ironia também.”

Nascido em Caldas da Rainha, viveu os primeiros 13 anos de vida em Lisboa até que, por razões profissionais dos pais, se mudou de bagagens para Évora. Ainda voltou para estudar e trabalhar na capital, uns anos mais tarde, mas Évora tornou-se o lugar a que chama “casa”, para onde quer sempre regressar, como canta na canção “Vou voltar”. A música foi sempre motor da sua vida. É um assumido viciado em discos, “obras completas” como gosta de lhe chamar, no que diz saber estar “muito fora de moda, nos dias que correm”.

Quem é o Manel?

É um cliché dizer que a música esteve sempre presente e desde muito cedo, mas é verdade. Estudou em paralelo engenharia e música, sendo a guitarra sempre o
instrumento de eleição. A escrita e o cantar as suas próprias ideias foram coisas que foram acontecendo aos poucos. Confessa que ainda hoje está tentar aprender a
equilibrar a balança e a gerir as duas dimensões. Na música, entre as bandas de
garagem, um ou outro concurso, as gravações do EP, os bares, espectáculos e a produção do mais recente álbum, tem-se atrevido cada vez mais, tentando não se
importar que lhe chamem louco.

“Não me considero um intérprete, poeta ou guitarrista. Gosto de comunicar. Oxalá se
possa fazer música assim na mesma!”

Sobre o último trabalho – “Sem porquês” (2018)

“Tenho sido várias coisas na vida, mas como me tenho encontrado e me reconheço
melhor a cantar e a tocar, decidi gravar um disco. Não porque sentisse que tinha
chegado a hora, ou porque tinha planeado assim. Aceitei o que me foi oferecido, as
coisas que me aconteceram e a volta que lhes dei e simplesmente aconteceu. Sem porquês”.

Manuel Guerra | Vou Voltar
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