José da Câmara

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José da Câmara, filho de Vicente da Câmara, desde muito cedo pareceu querer ser o único a perpetuar a tradição do fado na família, que vinha desde a sua tia-avó, Maria Teresa de Noronha, e continuou na voz do seu pai.

José da Câmara, filho de Vicente da Câmara, desde muito cedo pareceu querer ser o único a perpetuar a tradição do fado na família, que vinha desde a sua tia-avó, Maria Teresa de Noronha, e continuou na voz do seu pai.

José da Câmara, filho de Vicente da Câmara, desde muito cedo pareceu querer ser o único a perpetuar a tradição do fado na família, que vinha desde a sua tia-avó, Maria Teresa de Noronha, e continuou na voz do seu pai.

E foi durante os primeiros anos de escola que José fez as suas primeiras actuações, no Colégio de S. João de Brito. Contudo, foi o teatro de revista que acabou por lançá-lo no mundo do espectáculo. Na época, César Oliveira, Raúl Solnado e Fialho Gouveia decidiram apostar no seu talento, na revista «Lisboa, Tejo e Tudo» no Teatro ABC.

A sua primeira gravação foi feita para um LP de beneficência a favor dos hemofílicos, em 1985, onde cantou e acompanhou pai, Vicente da Câmara, à viola. Já o seu primeiro álbum em nome próprio é editado em 1988, o homónimo «José da Câmara». No ano seguinte, no decorrer de um concerto no Cinema Tivoli, Vicente da Câmara – que na ocasião celebrava quarenta anos de carreira — anunciou ao mundo artístico a sua confiança na continuidade da virtude do fado na sua família, protagonizada pelo seu filho José.

Ainda nesse ano, entrou em palco nos espetáculos «Fado é Vida» e «Um Dia no Alentejo», ambos organizados por Gonçalo da Câmara Pereira. «Velha Cantiga», o segundo álbum lançado em 1991, cimentou definitivamente a sua maturidade como intérprete da Canção de Lisboa. A aceção desse facto pela comunidade artística ficou registada na participação que teve no espetáculo «100 Anos de Fado», em 1990, onde também figuraram António Pinto Basto, João Braga, Carlos Zel, Manuel de Almeida e Miguel Sanches. A gravação desse espetáculo seria editada em disco dez anos depois, tendo atingido a marca de Disco de Prata.

A tradição que José herdou, deveu-se em grande parte à sua tia-avó, Maria Teresa de Noronha. Assim, em 1993, o fadista homenageou em disco a herança recebida, em conjunto com o seu pai, Vicente, e com Nuno da Câmara Pereira. O álbum, intitulado «Tradição», foi assim a forma
encontrada para materializar o agradecimento. Em 2010, José da Câmara decidiu ir em busca de outras sonoridades.

Admirador de Roberto Carlos há vários anos, José da Câmara pensou que seria interessante unir o encanto da guitarra portuguesa, viola e viola baixo, a alguns dos clássicos do ‘Rei’ da música brasileira, no álbum «Emoções – José da Câmara canta Roberto Carlos» –, reforçando a ideia que a música não tem fronteiras.

Agora, a celebrar 30 anos de carreira, José da Câmara leva aos palcos o seu mais recente trabalho discográfico intitulado «Até Sempre Sr. Fado», onde o fadista apresenta um reportório próprio e de cunho ainda mais pessoal.

Em Outubro de 2016 fez um espetáculo de comemoração dos 30 anos de fado no Teatro da Trindade, em Lisboa.

Desde essa altura passa por vários palcos e, neste momento, está a terminar o seu próximo disco que será lançado no ínicio de 2019.

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